Decidi não mais falar sobre amor, afinal tratar somente de uma área de mim é muito monótono, mas como não falar sobre isso se eu mesma sou toda coração, em minhas veias não mais corre sangue, mas algo tão vermelho quanto, o amor.
Sempre gostei de ser a invisível, a que ninguém reparava, a amiga fiel; por vezes isso me doeu muito, mas com o tempo a gente aprende a conviver com uma dor, ainda mais quando ela se torna constante. Mas diria que um grande amor fechou as feridas abertas devido às quedas do caminho, e eu que nem mais ligava para as antigas dores, comecei a caminhar sem medo de me mostrar, de ser o alguém que estar aqui dentro.
A vida então tratou de me pregar a maior peça de todas, para outras tão simples de se lidar, para mim um calvário na estrada em que estou inserida. No teatro da vida os holofotes trataram de se voltar todos para mim, e eu que até ontem era uma atriz coadjuvante, tratei de ser a atriz principal. Como se todas as abelhas do jardim se interasassem somente pela flor do campo do cantinho da parede...
Vi-me num momento em que eu tive que magoar muitos corações, e pode ter certeza, a dor é muito maior em mim, o coração que recebe novas chagas. Dizer ‘não’, talvez não seja tão difícil, mas quando se fala mexendo com os sentimentos de alguém, esse ‘não’ tem uma cara muito mais antipática e cruel. Em alguns despertei amores tão profundos, que mesmo que eu me afaste para sempre o amor estará nos seus corações, sentimentos que nem eu e nem eles são capazes de revelar como se permitiu, sentimentos dos quais creio não merecer e nunca ser capaz de corresponder. Sentimentos que fico honrada em ser eu, vejo esta situação como a do meu amado Dom Quixote e a amada dele, a senhora Dulcinéia, um amor idealizado, um amor que nem mesmo ela tinha noção da força; como dizem por ai, um amor platônico.
Amores assim nunca saem da nossa memória, sempre lembramos ou tentamos idealizar uma lembrança do ser a quem se ama, mas chegam outros corações que fazem-nos apaixonarmos novamente e com ainda mais intensidade. Como eu sei? Ah, já passei por isso.
Outro então, que de maneira tão simples surgiu, que foi criando raízes tão profundas, e que hoje não sei mais quem sou eu sem este amor, alguém que se configurou a mim de maneira tão linda... Um alguém que não imaginaria jamais amar assim. Uma certa pele escura que me passa uma liberdade ainda nova para este coração cansado de tanto se apaixonar.
Seria uma arte fazer amar assim? Como disse um amigo meu, se assim posso dizer, amar e ser amado é o primeiro direito de todo homem. É por isso que tudo o que estar relacionado com ele é bom, mesmo as dores, mesmo as lágrimas... do amor nada se joga fora, tudo se aproveita. Sonho, pois, alto, imagino um sorriso e posso ouvir uma voz a chamar-me. Seria doce a melodia do amor?
Por Amanda Conrado.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Por que fazer História?
“O que você quer ser quando crescer?” Durante anos essa pergunta ecoava em minha mente, e meu ser angustiado buscava a resposta. Pergunta feita na infância, mas estendida até os dias mais próximos de minha juventude. Era intensa a dúvida que latejava dentro de mim. O que quero ser quando crescer... Ora! Melhor seria se me perguntassem o que, agora, quero ser. Desde cedo tive várias paixões, umas que pareciam não ter fim, ficavam comigo primaveras inteiras. Outras, eram como estrelas cadentes, vinham e iluminavam o meu olhar, me encantavam com seus brilhos, mas não passavam de apenas segundos apaixonantes, logo me apresentava outra e a mesma euforia invadia o coração numa ilusão de ter encontrado a escolha certa.
O que quero ser? Ah! Eu quero ser juíza, dentista, cantora, atriz, astronauta, jornalista, empresária, turismóloga, motorista de caminhão, músico, modelo... eu quero ser, eu quero ser... escritora de artigos históricos, professora, arqueóloga. Historiadora. Eu quero ser grande. Encontrei o amor verdadeiro, sei que é amor por que não passa. É nela que penso o dia todo, é por ela que me apaixono, por suas memórias, relatos e encantos. É por ela que enlouqueço, choro, me desespero, e torno a me apaixonar; por que é por causa dela que consigo ver o mundo com outros olhos, em seu silêncio, na sua sutil indiferença, na sua voz a ecoar dentro da minha cabeça.
Escolhi História não pelas enormes curiosidades que ela suscita dentro de mim, embora me encantem e me inebriem, ainda seja o que nela há de superficial. Eu quis mais, quis o que ela, em mim, suscitava. Eu quis sua memória, quis seu tempo, seus destroços, seus tesouros, seus escritos, civilizações, seus por quês e suas lacunas. Então amei-a. Agora a tinha por completo, a tinha toda viva dentro de mim. Decidi unir-me a ela pela vida, decidi perder-me num mundo desconhecido, que talvez jamais o compreenda por inteiro, e, assim, consumir os meus dias na busca interminável da compreensão do mundo de respostas achadas e perdidas; o meu mundo, a História.
Por Amanda Conrado.
(baseado num texto de Reika Dantas)
O que quero ser? Ah! Eu quero ser juíza, dentista, cantora, atriz, astronauta, jornalista, empresária, turismóloga, motorista de caminhão, músico, modelo... eu quero ser, eu quero ser... escritora de artigos históricos, professora, arqueóloga. Historiadora. Eu quero ser grande. Encontrei o amor verdadeiro, sei que é amor por que não passa. É nela que penso o dia todo, é por ela que me apaixono, por suas memórias, relatos e encantos. É por ela que enlouqueço, choro, me desespero, e torno a me apaixonar; por que é por causa dela que consigo ver o mundo com outros olhos, em seu silêncio, na sua sutil indiferença, na sua voz a ecoar dentro da minha cabeça.
Escolhi História não pelas enormes curiosidades que ela suscita dentro de mim, embora me encantem e me inebriem, ainda seja o que nela há de superficial. Eu quis mais, quis o que ela, em mim, suscitava. Eu quis sua memória, quis seu tempo, seus destroços, seus tesouros, seus escritos, civilizações, seus por quês e suas lacunas. Então amei-a. Agora a tinha por completo, a tinha toda viva dentro de mim. Decidi unir-me a ela pela vida, decidi perder-me num mundo desconhecido, que talvez jamais o compreenda por inteiro, e, assim, consumir os meus dias na busca interminável da compreensão do mundo de respostas achadas e perdidas; o meu mundo, a História.
Por Amanda Conrado.
(baseado num texto de Reika Dantas)
segunda-feira, 23 de março de 2009
Ao meu (pequeno) sorriso.
“És um anjo em verso.
Atrevo-me e atravesso pra perto do peito teu.”
Moldável. Palavra estranha para alguns, mas não para mim quando penso nela. Sento-me e fico a relembrar instantes e só o que me vem ultimamente é a luz que sua presença causa na minha vida.
Fico paralisada com a capacidade que cada um tem de se ver naqueles olhos e conseguir encontrar um pedaço de si naquele coração. É impossível não amá-la.
Misto de alegria, riso, criança, abraço, doce, brincadeira e tudo mais que o coração desejar atribuir-lhe. Inteira, parte amputada de mim que não se reconstrói. Pequena, talvez apenas no nome, mas grande em sua alma, em sua essência.
Lembro-me das borboletas, paixão minha, nossa. Perdidas, livres, simples como aqueles olhos nos momentos... confesso que especificaria como momentos de jubilo, mas por que motivo restringiria nossos lapços de convivência que foram (são) tantos? Anjo pra tantos, para mim, a que me entende, a que me é sorriso. Saudade.
Por Amanda Conrado, dedicado a Vanessa Paula.
Atrevo-me e atravesso pra perto do peito teu.”
Moldável. Palavra estranha para alguns, mas não para mim quando penso nela. Sento-me e fico a relembrar instantes e só o que me vem ultimamente é a luz que sua presença causa na minha vida.
Fico paralisada com a capacidade que cada um tem de se ver naqueles olhos e conseguir encontrar um pedaço de si naquele coração. É impossível não amá-la.
Misto de alegria, riso, criança, abraço, doce, brincadeira e tudo mais que o coração desejar atribuir-lhe. Inteira, parte amputada de mim que não se reconstrói. Pequena, talvez apenas no nome, mas grande em sua alma, em sua essência.
Lembro-me das borboletas, paixão minha, nossa. Perdidas, livres, simples como aqueles olhos nos momentos... confesso que especificaria como momentos de jubilo, mas por que motivo restringiria nossos lapços de convivência que foram (são) tantos? Anjo pra tantos, para mim, a que me entende, a que me é sorriso. Saudade.
Por Amanda Conrado, dedicado a Vanessa Paula.
sábado, 21 de março de 2009
Ao meu outro eu.
No começo eram apenas diferenças, ele Rock’n Roll e eu MPB. Todos aqueles cabelos que escondiam alguém que para mim não estava de todo escondido, algo naquele olhar era meu. Tão cedo assim? Não sabia explicar, mas podia sentir!
A promessa foi cumprida, e pudemos ser inteiros, não somente olhos. Mas sorrisos, abraços, palavras, corações. “Eu acho que tenho certeza daquilo que me conforma. Aquilo que quero entender (...)”. Não foi preciso entender nada, o sentimento que nascia era capaz de nos fazer entender tudo. Via naqueles olhos muito mais que um amigo, mas sim, a minha própria essência. Como duas pessoas podem ser tão parecidas? Sofrerem as mesmas dores? Serem apaixonados a mesma maneira?
Criança. Doçura. Complemento. E tantos outros adjetivos e substantivos que queira o coração elencar àquele sorriso. Objeto direto de minhas viagens ao infinito particular de mim mesma, meu eu - lírico. Serás para sempre meu amore e eu serei sua amora.
[Palavras nunca serão suficientes para transpor a hemorragia de amor, carinho e amizade que meu coração dedica a você.]
Por Amanda Conrado, dedicado a Caio Rodrigo.
A promessa foi cumprida, e pudemos ser inteiros, não somente olhos. Mas sorrisos, abraços, palavras, corações. “Eu acho que tenho certeza daquilo que me conforma. Aquilo que quero entender (...)”. Não foi preciso entender nada, o sentimento que nascia era capaz de nos fazer entender tudo. Via naqueles olhos muito mais que um amigo, mas sim, a minha própria essência. Como duas pessoas podem ser tão parecidas? Sofrerem as mesmas dores? Serem apaixonados a mesma maneira?
Criança. Doçura. Complemento. E tantos outros adjetivos e substantivos que queira o coração elencar àquele sorriso. Objeto direto de minhas viagens ao infinito particular de mim mesma, meu eu - lírico. Serás para sempre meu amore e eu serei sua amora.
[Palavras nunca serão suficientes para transpor a hemorragia de amor, carinho e amizade que meu coração dedica a você.]
Por Amanda Conrado, dedicado a Caio Rodrigo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Falando sobre o amor.
“Descobri que quase tudo o que já foi escrito sobre o amor é verdade. Shakespeare disse: ‘As viagens acabam em encontros de amantes’. Que pensamento extraordinário. Pessoalmente, não experimentei nada parecido, mas creio que Shakespeare experimentou. Acho que penso no amor mais do que deveria. Sempre me surpreende seu poder de alterar e definir nossas vidas. Foi Shakespeare quem também disse: ‘O amor é cego’. Agora eu sei que isso é verdade.
Para algumas pessoas, o amor desaparece inexplicavelmente. Para outras, o amor está simplesmente perdido. Mas é claro que o amor também pode ser encontrado. Mesmo que só por uma noite.
Há também outro tipo de amor. O do tipo mais cruel. Aquele que quase mata suas vítimas. Chama-se amor não-correspondido. E, nesse, sou especialista. Na maioria das histórias de amor, um se apaixona pelo outro. Mas e quanto ao resto? E as nossas histórias? Daqueles que se apaixonam sozinhos. Somos vítimas do amor que não é recíproco. Amaldiçoados pelos amados. Mal-amados. Feridos sem prioridade. Deficientes sem o melhor lugar no estacionamento. Eu sou uma dessas pessoas.”
(Texto retirado do filme: O amor não tira férias.)
Nesses dias pude assistir a esse filme, me deparar com esse texto e a realidade do amor tão simples. Objetividade. Encantei-me, porque retrata algumas de minhas idéias sobre esse sentimento. Retrata meu cotidiano, minhas histórias; acredito pois que se eu tivesse escrito não sairia tão perfeito como este. Mas não, talvez esses escritos me remetam apenas a minha idéia de amor mundano, que muitas vezes é assim que sou conduzida e me deixo acreditar, é sobre um amor maior, um amor completo, decidido, que venho partilhar.
Decisão. Ato de determinar, resolver. Sempre gostei dos significados das palavras, para que se fichem com maior vigor e não saiam de nossas mentes jamais. Pois bem, é de um amor decisão que venho falar-vos. Um amor que muito mais que o apaixonado, é aquele que ama sabendo o que ama e por isso é capaz de amar mais e melhor, porque ama por inteiro.
Essa espécie de amor é difícil e exige de nós grande perca de tempo. Perdemos nosso tempo a conhecer o outro em suas virtudes e defeitos, forças e fraquezas... descobrimos pois que nesse amor somos capazes de amar por completo, até porque conhecemos a pessoa em tudo, aprendemos a transpor barreiras e limites impostos pelo mundo, dizendo que só dá certo um sentimento quando os amantes são parecidos, que engano! Descobrimos a tranqüilidade de amar e saber que tudo sabemos, por isso a delícia de um sentimento assim.
Estou a falar aqui de um amor que ama por primeiro, sem se importar com a reciprocidade, é claro que ser amado também é maravilhoso. Só um sentimento assim é capaz de esperar o tempo que for na certeza da vontade de Deus. Um amor que não busca interesse, satisfação... um amor que só quer amar.
Depois de toda essa explanação vejo como estou sedenta de um amor assim, de ser amada com decisão. Estou cansada de amar sozinha, de ser a menina linda, inteligente, legal, mas que não dá pra namorar porque a amizade prevalece. É um amor desse jeito que estou a procurar, um amor decidido a amar o completo, quem sou, como sou e o que quero. Será esse, então, meu calvário aqui? Será isso que me levará para perto daquele que poderá me dar o amor verdadeiro e pleno?
Por Amanda Conrado.
Para algumas pessoas, o amor desaparece inexplicavelmente. Para outras, o amor está simplesmente perdido. Mas é claro que o amor também pode ser encontrado. Mesmo que só por uma noite.
Há também outro tipo de amor. O do tipo mais cruel. Aquele que quase mata suas vítimas. Chama-se amor não-correspondido. E, nesse, sou especialista. Na maioria das histórias de amor, um se apaixona pelo outro. Mas e quanto ao resto? E as nossas histórias? Daqueles que se apaixonam sozinhos. Somos vítimas do amor que não é recíproco. Amaldiçoados pelos amados. Mal-amados. Feridos sem prioridade. Deficientes sem o melhor lugar no estacionamento. Eu sou uma dessas pessoas.”
(Texto retirado do filme: O amor não tira férias.)
Nesses dias pude assistir a esse filme, me deparar com esse texto e a realidade do amor tão simples. Objetividade. Encantei-me, porque retrata algumas de minhas idéias sobre esse sentimento. Retrata meu cotidiano, minhas histórias; acredito pois que se eu tivesse escrito não sairia tão perfeito como este. Mas não, talvez esses escritos me remetam apenas a minha idéia de amor mundano, que muitas vezes é assim que sou conduzida e me deixo acreditar, é sobre um amor maior, um amor completo, decidido, que venho partilhar.
Decisão. Ato de determinar, resolver. Sempre gostei dos significados das palavras, para que se fichem com maior vigor e não saiam de nossas mentes jamais. Pois bem, é de um amor decisão que venho falar-vos. Um amor que muito mais que o apaixonado, é aquele que ama sabendo o que ama e por isso é capaz de amar mais e melhor, porque ama por inteiro.
Essa espécie de amor é difícil e exige de nós grande perca de tempo. Perdemos nosso tempo a conhecer o outro em suas virtudes e defeitos, forças e fraquezas... descobrimos pois que nesse amor somos capazes de amar por completo, até porque conhecemos a pessoa em tudo, aprendemos a transpor barreiras e limites impostos pelo mundo, dizendo que só dá certo um sentimento quando os amantes são parecidos, que engano! Descobrimos a tranqüilidade de amar e saber que tudo sabemos, por isso a delícia de um sentimento assim.
Estou a falar aqui de um amor que ama por primeiro, sem se importar com a reciprocidade, é claro que ser amado também é maravilhoso. Só um sentimento assim é capaz de esperar o tempo que for na certeza da vontade de Deus. Um amor que não busca interesse, satisfação... um amor que só quer amar.
Depois de toda essa explanação vejo como estou sedenta de um amor assim, de ser amada com decisão. Estou cansada de amar sozinha, de ser a menina linda, inteligente, legal, mas que não dá pra namorar porque a amizade prevalece. É um amor desse jeito que estou a procurar, um amor decidido a amar o completo, quem sou, como sou e o que quero. Será esse, então, meu calvário aqui? Será isso que me levará para perto daquele que poderá me dar o amor verdadeiro e pleno?
Por Amanda Conrado.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
O diário de Maria (IV) – Confidências e confissões.
(...)
A muito que não escrevo sobre nossa protagonista, mas para não deixá-los aflitos e ansiosos, descidi, pois dar-vos notícias caros leitores. Maria vive um momento de paz, uma tranqüilidade que só um amor no Amor pode proporcionar, depois de ter uma conversa com uma amiga viu que o que nutri pelo José não é algo fora de Deus, não pode ser.
A menina que sente cada vez mais seu coração enamorar-se por ele, que dia após dia procura conhecê-lo e entendê-lo. Descobriu nesse período que suas valorosas conversas com o objeto do seu amor (digo valorosas por que mesmo breves ou longas, sérias ou leves, já se tornaram pérolas preciosas de seu tesouro) a levam mais ao céu, e todo o seu ser, agora sem medo de admitir ou de estar errada, descidi amar José no que ele é, sente, reza e deseja ser.
Ela reza tacitamente e incessantemente para que Deus abra seus olhos aos sinais de sua vontade (a de Deus), como um dia Ele abriu pra que ela o visse, José. Maria que sonha com a mesma frase todos os dias, ao lembrar-se daquele rosto; Que bom que eu te encontrei, a tempos estava a te esperar.
Continua (...)
Por Amanda Conrado.
A muito que não escrevo sobre nossa protagonista, mas para não deixá-los aflitos e ansiosos, descidi, pois dar-vos notícias caros leitores. Maria vive um momento de paz, uma tranqüilidade que só um amor no Amor pode proporcionar, depois de ter uma conversa com uma amiga viu que o que nutri pelo José não é algo fora de Deus, não pode ser.
A menina que sente cada vez mais seu coração enamorar-se por ele, que dia após dia procura conhecê-lo e entendê-lo. Descobriu nesse período que suas valorosas conversas com o objeto do seu amor (digo valorosas por que mesmo breves ou longas, sérias ou leves, já se tornaram pérolas preciosas de seu tesouro) a levam mais ao céu, e todo o seu ser, agora sem medo de admitir ou de estar errada, descidi amar José no que ele é, sente, reza e deseja ser.
Ela reza tacitamente e incessantemente para que Deus abra seus olhos aos sinais de sua vontade (a de Deus), como um dia Ele abriu pra que ela o visse, José. Maria que sonha com a mesma frase todos os dias, ao lembrar-se daquele rosto; Que bom que eu te encontrei, a tempos estava a te esperar.
Continua (...)
Por Amanda Conrado.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Resposta.
Oi Lucas,
Foi com grande alegria no coração que chegou em minhas mãos sua doce e singela carta. O Papai do céu fica feliz pela sua disposição e abertura de coração. Seu pai (o da terra) estava certo sobre tudo o que te dissera, peço que tu o escutes e obedeça, é o Papai (aqui do céu) que te pede.
Quero dizer-te também que sua mãe (a do céu) se felicitou muito ao ver que tu lembrastes dela, ela manda dizer-te que o ama com uma profundidade, que nem as gotas de água do mar e nem as areias da praia são capazes de se igualar. Ela diz ainda que mesmo nesse tempo em que tu achas que não sabe rezar, pare e sinta, Ela está ao teu lado a te ensinar.
Quero dizer-te ainda, filho amado, eu tenho muito orgulho de ti e sabe... tu me dás muitas alegrias.
Nunca duvides do amor que esse Pai (o do céu) te dedica, ele (o amor) é imenso. E mais um pedido: Olhe para o céu!
Foi com grande alegria no coração que chegou em minhas mãos sua doce e singela carta. O Papai do céu fica feliz pela sua disposição e abertura de coração. Seu pai (o da terra) estava certo sobre tudo o que te dissera, peço que tu o escutes e obedeça, é o Papai (aqui do céu) que te pede.
Quero dizer-te também que sua mãe (a do céu) se felicitou muito ao ver que tu lembrastes dela, ela manda dizer-te que o ama com uma profundidade, que nem as gotas de água do mar e nem as areias da praia são capazes de se igualar. Ela diz ainda que mesmo nesse tempo em que tu achas que não sabe rezar, pare e sinta, Ela está ao teu lado a te ensinar.
Quero dizer-te ainda, filho amado, eu tenho muito orgulho de ti e sabe... tu me dás muitas alegrias.
Nunca duvides do amor que esse Pai (o do céu) te dedica, ele (o amor) é imenso. E mais um pedido: Olhe para o céu!
Amo-te com amor de eternidade!
Papai do céu.
Papai do céu.
[PS.: Dedicado à Thiago Luiz, por Deus.]
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